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Entenda como é feito o processo para restaurar carro antigo!

restaurar carro antigo

Veículos que marcaram época e que passam por restauração, geralmente, arrancam dezenas de olhares por onde passam. Mesmo os que não entendem do assunto costumam ficar impressionados com tamanha beleza e imponência. Mas, afinal, como funciona o procedimento de restaurar um carro antigo?

A antigomobilismo é uma categoria que personifica a possibilidade de renovação desses veículos, mantendo o seu charme original, o que motiva tanta admiração. Neste artigo, mostraremos como funciona esse processo. Acompanhe!

Quais são as etapas do processo?

A recuperação de um carro antigo envolve diversas etapas e, sem dúvidas, as principais são a pintura e a funilaria. A última tem por objetivo recuperar peças deterioradas por ferrugens ou colisões.

A pintura é o que proporcionará todo o requinte e acabamento do veículo. Se essas etapas não forem executadas com cuidado e utilizando materiais de qualidade, é possível que a restauração resulte em algo visivelmente mal feito.

Entretanto, existem outros passos que também precisam ser executados, os quais mencionaremos nos tópicos seguintes. Continue lendo!

Desmontagem e separação

A desmontagem e separação de partes do automóvel é uma das ações fundamentais da renovação. Elas servem para mostrar aos profissionais o que, de fato, precisa ser feito no veículo para que ele fique como novo.

Depois de separar as peças, é crucial que você faça a identificação de cada uma delas, evitando que elas se misturem e se percam entre o emaranhado de elementos desmontados.

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Pesquisa sobre peças existentes

Após o procedimento anterior, os restauradores verão que existem alguns elementos que precisam ser substituídos. A maioria desses são componentes mecânicos ou acessórios como bancos, painéis, manoplas, volantes, alavancas, entre outros.

Com esse levantamento feito, é necessário buscar no mercado essas peças que estão faltando no veículo a ser renovado.

Adaptações

Dependendo do ano de lançamento do carro antigo, é possível que já não existam algumas peças disponíveis, sendo necessário adquirir substitutas e realizar as devidas adaptações. Nesse caso, vale a pena reforçar a importância da criatividade do restaurador, que deverá conseguir inserir elementos novos em outro contexto, sempre pensando em manter suas características mais marcantes.

Com relação à lataria, para-choques, apliques e outros componentes estéticos, existe a possibilidade de construir novas peças utilizando tornos mecânicos e prensas ou por meio da fundição, a depender do acessório que se pretende adaptar.

Escolha das cores

Por fim, é preciso selecionar as cores das tintas que serão utilizadas no veículo. O cuidado é adicional nessa etapa, pois apenas saber o código do tom exato pode não ser suficiente. Afinal, dependendo da época do carro, não existiam tonalidades registradas como temos hoje e muitas delas eram exclusivas de uma marca. O ideal é fazer uso de um colorímetro para verificar a cor primária.

Ao adotar essas práticas sobre como restaurar um carro antigo, provavelmente, o resultado será muito próximo de sua versão original. Cabe ressaltar que o processo é complexo e necessita de acompanhamento profissional e de materiais de qualidade.

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